O “tal de COVID”
Ladram e espumam de raiva alguns jornalistas de jornais, tvs e
rádios, sobre a “desgraça” que se abateu sobre o Brasil, por causa do Presidente
Bolsonaro, que “tem matado gente” por não atender a regras impostas por... quem
está sentadão, confortável sem saber ao certo o que se passa com a Covid-19,
como aliás parece que até hoje ninguém conseguiu saber alguma coisa sobre essa
calamidade que ALGUÈM fez com que se abatesse sobre o mundo, a humanidade.
Mas deixemos esses considerandos e pônhamos essa raiva
doentia de lado e fixemo-nos só em alguns números que a execrável e
comprometida OMS vai mandando cá para fora, e vejamos por onde anda a desgraça,
e onde “graça” o paraíso, como propala a esquerda festiva de Portugal.
Já disse, aliás escrevi, que, como é lógico, matemático e
evidente, comparar os efeitos do vírus em Portugal com o Brasil é o mesmo que
comparar uma galinha com um elefante.
Mas... uma pequena olhada sobre números de hoje, 02/Junho/2020,
divulgados pela tal execranda OMS, dão algumas vistas interessantes sobre o que
se passa nos principais países atingidos.
Logo para começar:
1.- O Brasil tem 2.511 infetados por milhão de
habitantes e Portugal 3.201,
2.- Mortes em relação à população é de 0,14% no Brasil
contra 0,16% em Portugal
3.- O número de infetados em relação à população é de 0,25%
no Brasil e 0,39% em Portugal
Depois, por desfastio, comparem outros índices, por exemplo com países exemplares como a
Bélgica, Holanda, Reino Unido, etc.
As conclusões cada um tira como melhor lhe aprouver, e em vez
de encherem o saco dos brasileiros e dizerem mal do Presidente deste país,
porque não enchem o saco do sr. António Costa, que parece uma hiena aparecendo
sempre a rir. Ri de quê, sr. Costa?
Da generosidade com que contempla e perdoa dívidas bilionários
aos amigalhaços, e da miséria que diz que vai distribuir aos que mais sofrem
com esta pandemia?
Senhoras e senhores jornalistas portugueses, antes de abrirem
a boca, comecem para olhar para o vosso umbigo, e não para o dos outros.
Daqui a dias vou começar a pôr no meu blog algumas crónicas
que escrevi a partir de 2003, quando o honoris causa conimbricense recebeu
a chave dos cofres deste país que tão bem e tão depressa soube esvaziar.
E agora atentem nestes números... oficiais:
Hoje é dia 2 de junho e não de maio como o pai escreveu. Aí podem dizer que são dados antigos.
ResponderExcluirBeijos