Uma pequena informação aos habituais leitores: Estivemos fora, pela Europa, muito tempo. Regressámos cansados. Só agora consegui forças para escrever algo.
Espero poder continuar!
COVID - SARS
SARS - Sociedade
Anónima de Responsabilidade Criminosa
Viajar, em quase todas as circunstâncias,
era sempre uma alegria. Visitar família, ver novos mundos, aprender algo de
novo, visitar feiras e empresas, estudar, quer fosse de carro, trem ou avião.
Ir de férias com a família, conhecer nova gente e fazer novos amigos. É
verdade. Só que... isso pertence ao passado. A um passado bem recente, ainda
atual, em que o mundo está em guerra psicológica, biológica e até voltou a
velha guerra de canhões e bombas (Ucrânia). E não se antevê, mesmo com boa
vontade e muitas orações, que esta, aliás estas situações desapareçam e tudo
volte ao que eufemisticamente poderíamos chamar normal.
Não vai haver mais “normal”.
Esta viagem que agora fizemos tinha sido prevista
para Março de 2020. Chegou o Sars. Parou tudo, nem voos tinha para sair daqui. Adiámos
para o mesmo mês de 2021. Idem. Ficámos então à espera da primeiro oportunidade.
Surgiu no final do, um frio do cão, mas os anos a passarem...
Viajar tal como aconteceu agora comigo e
minha mulher tornou-se um sacrifício tremendo, os apanhado sempre um frio
imenso, já embarcámos cansados de tanto trabalho que tivemos para reunir a documentação
necessária, custos exorbitantes, burocracia inesgotável, dezenas de fichas a
preencher, fichas de 3 e mais páginas, certificados disto e mais daquilo, além
da obrigatória “focinheira” no nariz, boca e queixo (como mandavam em alguns
lugares, onde parece que o queixo é de capital importância na disseminação da
propaganda covidesca). Em todo o trajeto foram sempre necessários testes covid
que custaram no total, para os dois, em moeda brasileira, mais de R$ 2.000,.
Testes – pagos e exorbitantemente caros,
para embarcar para Londres, idem para a chegada a Londres, para embarcar para
Madrid e para embarcar para Portugal. Em Portugal para voltar ao Brasil foi
gratuito!
Um neto foi agora à Califórnia. Para
embarcar de volta teve que pagar US$ 100,. No Canadá está a custar entre $170 e
$200 Canadian Dolares.
El Londres o NHS – Serviço Nacional de
Saúde manda para a minha filha, que trabalha com algum risco, toda a semana,
sem custo, uma caixa com sete jogos de teste, mas para embarcar tivemos que
para £ 40, cada um!
Um negócio de bilhões e mais bilhões em
qualquer moeda.
Quem vai querer perder este negócio? Os
governos que pagam as vacinas mas recebem os impostos dos testes? Os
laboratórios e farmácias que fazem os testes? Os negociantes de vacinas, testes
e outras vigarices para tratar de doentes com covid?
E os fabricantes de vacinas que já se
preparam para a 4ª dose? E quem não a tomar o Certificado Internacional de
Vacinação é explícito: “Só é válido até ao 7° mês após a 3ª dose!” E depois?
Depois continua a propaganda aterradora a
dizer ponha a máscara, até no queixo (porque não no joelho?), não vá a
festas com mais de 7 pessoas, a não ser que seja convidado do PM britânico que
faz suruba na passagem do ano e depois pede desculpa ao Parlamento.
Somos todos um bando de idiotas? Parece que
sim.
É evidente que o Covid é um vírus perigoso,
mas quando apareceu o primeiro vírus do SARS, em 2004, pai deste SARS2, a
medicina tratou aquele surto como já tinha tratado outros similares, talvez não
tão agressivos, e a epidemia, NÃO PANDEMIA, durou três meses e fez no total
cerca de 800 óbitos.
A partir do anúncio da atual pandemia
covidesca, nunca mais ninguém morreu nem atropelado por um trem, em queda de
avião ou afogado, menos ainda aqui no Brasil com bandidos e policiais com até
48 tiros no lombo. Todos foram para a lista do Covid. Era preciso deixar a
população aterrada para que os países entrassem em profunda crise económica.
Milhares e milhares de desempregados,
empresas até grandes que fecharam, a nova fauna de dezenas de Grandes
cientistas que surgiram logo de começo, cada um opinando sobre o Covid: uma
cientista (?) disse que ia durar sete meses, outra que eram sete anos, um
afirmou que as vacinas eram falsas, outro que tinha que tomar o medicamento
“A”, vinha outro a dizer que o “B” era melhor, e, lá no seu poleiro de gangster
o tal dr. Fauci a enrolar o Congresso americano dizendo que só a medicação que
estavam a desenvolver (de parceria com Bill Gates e Fundação Clinton) ia
resultar, a um custo de US$ 3 ou 4.000, que a Ivermectina não fazia nada, e os
países a gastarem bilhões e bilhões com as farmacêuticas e com a China, que até
hoje dão risada nas nossas caras, primatas que parece não termos ainda saído de
cima das árvores, aterrados com o bicho mau que nos sonda e ainda se chama
Covid.
Posso ajudar a contar um pouco mais da
história deste SARS.
Tomei a 1ª vacina em 03/Fev/21. Um mês
depois tive um violento e sofrido ataque viral de Herpes Zoster (Zona, em
Portugal), que durou dois meses a passar.
A 2ª foi no dia 03/Maio/21. Dois meses
depois tive Uretrite, viral, que felizmente curou em duas semanas.
A 3ª foi a 20/Set/21. Não houve reação.
Com tremendo esforço consegui o Certificado
e embarcámos para Londres (minha mulher e eu). À chegada, teoricamente tínhamos
que ficar em quarentena até que novo teste fosse apresentado, e lá tínhamos à
espera, enviado pelo NHS, uma caixa para cada um fazer novo teste, pelo qual
havíamos pago, antes de embarcar £ 49,50 cada um!
Fizemos o teste, preenchemos um formulário
muito bonito, colorido, que à cabeça em letra maior e negrito tinha a seguinte
advertência: “Dont forget to sign if you can”! Tive ler duas a três
vezes para me certificar que quem estava doente era o formulário e não eu. Ah!
É verdade, não tinha lugar para assinar!
Mais abaixo, preencher o sexo: Male – Female – Other. O sexo deve ser
muito importante para o covid. Escolhi Other por diversas razões, uma
delas é porque nem o NHS nem ninguém tem nada que saber sobre os meus problemas
mais íntimos.
E o mais científico do formulário eram umas
12 ou 15 linhas cada uma começada com um quadrado para assinalar... (podem
acreditar que é absolutamente verdade) sobre RACE!!! Tinha por onde
escolher a minha raça, que estava habituado a que fosse a humana, mas ali
queria detalhes como se fossemos cachorros: chinês, semita, africano, cherokee,
etc., ou british. Melhor ainda, tinha uma linha para “White British”! Tinham
que afirmar uma vez mais a sua superioridade perante os restantes pobres
humanos deste planeta. White British, uma raça distinta. Como fui burro em não
ter fotografado o formulário antes de o mandar de volta pelo correio. Escolhi a
linha que estava em branco e escrevi caucasian porque é de lá que vieram
os iberos.
Com os pacotes de testes que a filha tinha
em casa decidimos dia 07/Jan/22 fazer um teste. Ela e os pais. Tudo positivo!!!
Ficámos à espera de febre, falta de paladar, etc. mas ninguém sentiu nada. Como
dizem que durava 7 dias fizemos novo teste dia 14 e estávamos ótimos: Negativo.
A vida ia correndo entre umas garrafas de
Chardonnay – que a filha mais aprecia – e os espetáculos, espetaculares, que a
nosso maravilhosa bisneta, nos proporcionava, todos de boa disposição e saúde.
Dia 04/Fev a minha mulher acorda com um
olho fechado, conjuntivite, uma tosse horrível e mais uma inflamação urinária.
?!?!?!
Sem febre, nem alteração cardiovascular,
oxigenação dos pulmões perfeita. Nada tinha relação com nada, teve que se
procurar tratamento, para o que levávamos um indescritível - miserável - seguro
de saúde que receitou tudo errado, e a senhora foi-se completamente abaixo de
saúde. Ficou desorientada, esquecida, não sabia mais como chegar ao quarto onde
ficámos (em casa da filha) e eu vi o caso muito mal parado.
Dia 10 fomos via Madrid para, certamente pela
última vez, estar com dois grandes amigos de infância. Lá estivemos três dias.
Ainda hoje ela não recorda absolutamente nada dessa estadia! Nem que passou em
Madrid.
Depois em Portugal, muito despistada,
felizmente sem nunca ter perdido o apetite, apesar de comer como um passarinho (desde
sempre!) a desorientação e esquecimento se mantiveram.
Chegámos ao Rio dia 08/Mar. Na sua casa
começou a melhorar, tem sensíveis melhoras mas ainda tem resquícios que parece
levarem tempo a sumir.
Face a tudo isto, e ainda lembrando o que
escrevi há dois anos quando se começou a falar de Covid, chego a algumas
conclusões:
-
Este Covid foi uma “brilhante” invenção chinesa (com a colaboração de Davos
e/ou outros, previsto por Bill Gates meia dúzia de anos antes, ele, que nem
vidente é!)
-
O negócio mais bem concebido de toda a história da humanidade. A médica que nos
fez o teste em Londres não teve vergonha em também opinar que tudo isso é só
business.
-
Transformaram as populações do mundo inteiro em cobaias, destruíram-lhes a
saúde o que implementa ainda mais o maior negócio do planeta: indústria
farmacêutica. Considerem quanta medicação tem tomado as gentes com reações às
ditas vacinas que não passam de testes.
-
Deve ter consumido bilhões em publicidade, basta ver os órgãos de informação –
todos – que só falavam nisso e ainda hoje há gente que não sai de casa com medo
do tal covid.
-
Depois que a Rússia atacou a Ucrânia não morre mais gente de covid. Pelo menos
não se fala nisso. Agora só morrem com bombas e mísseis soviéticos. Sim,
SOVIÉTICOS.
-
E os relatórios que tivemos que fazer cada vez que tivemos que entrar num
avião: nome dos pais, avós, tias e amigos, endereço completo (não era para nos
socorrerem caso o avião caísse!), telefone, e-mail, e quase até a nossa opinião
política! 4 a 5 folhas com dados pessoais! Para quê?
Mas não se preocupem. Os chineses estão a
preparar o SARS 3.
E quem quer acabar com esta boquinha?
Negócio fácil, rendoso, aos bilhões? Se de repente disseram que acabou o covid
o que vai fazer essa gente? Outro covid... pior.
No meio de tudo isto as grandes vítimas,
além dos que sofreram e faleceram, foi a classe médica e todo as trabalhadores
da área de saúde.
Obrigados a enfrentar um inimigo novo,
proibidos de usarem medicamentos baratos (por ex. Ivermectina, que eu não sei
se é eficiente!), fazendo testes por sua conta e risco, sendo infetados e
muitos falecendo, para eles vai a minha total consideração.
Quanto ao negócio, à propaganda terrorista
e às insaciáveis indústrias farmacêuticas o meu profundo repúdio.
A Pfizer nestes últimos meses habituou-se à
mamata e já retirou do mercado, que eu saiba, pelo menos três medicamentos
clássicos, cujo preço era popular. Devem lançar coisa nova, possivelmente a
mesma fórmula aprovada e eficiente com largos anos no mercado, mas que custará
“n” vezes mais.
Para esses é que os soviéticos, e todos nós,
devíamos mandar bombas, mísseis e mensagens de insultos.
O mundo está louco. Se auto destruindo!
21/03/22
Parabéns!! Brilhante texto, haja quem escreva e divulgue as verdades caladas que o mundo finge não existirem!! 👏👏🙏
ResponderExcluirParabéns por este texto que descreve bem o estado em que o mundo está. Melhoras para a D. Gaby, eu continuo pelo Algarve. 😘
ResponderExcluirParabéns pelo texto que descreve o que todos estamos a viver .Eu continuo no Algarve. 😘
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